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13/10/2017

Farta!

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O que adianta trabalhar tanto, economizar, lutar e quando achas que esta no caminho certo ... algum idiota vem e atrapalha tudo?
Farta de acreditar nas pessoas e por isso acho que sempre estive certa, isto é, lidar com máquinas é muito mais fácil!

Veja:
- eu desejo apenas uma procuração de viagem e fui obrigada a falar com o tribunal!
- eu empresto dinheiro a confiar que vou receber de volta e fui enganada (acho, para não dizer que tenho a certeza,  que não vou recebe-lo de volta).
- eu preciso dormir, mas a correria da vida permite apenas que eu descanse os olhos ...
Além de tanta coisa...

E mesmo assim eu tenho que sorrir e dizer: Estou ótima!
Será que é difícil perceber que eu tenho direito de ter paz, de reconstruir a minha vida e não precisar dizer onde estou?!

Cansei ....

(e você que está a dever dinheiro para uma mãe, ganha vergonha e paga! )

22/04/2017

Choro dos Bebés

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Recebemos um email muito simpático e decidimos publicar.

Sou aluna de Mestrado, na área de Psicologia Clínica e da Saúde, na Psicologia da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, e encontro-me a desenvolver um estudo acerca do "Choro dos bebés".
Sigo a sua página há já algum tempo, uma vez que é muito direcionado para mães/ Mulheres, a população-alvo do meu estudo, neste sentido, venho pedir se pode publicar o link do questionário do meu estudo no seu blog/página de facebook, de forma a poder obter o máximo de amostra possível. É um questionário simples, de fácil e rápido preenchimento. A sua ajuda seria muito útil, uma vez que está a ser difícil obter respondentes.

Link do questionário:
https://docs.google.com/forms/d/1VXCQRNI3eWkemFRKhNJI3RxJKS8qNzlIyI08Yr37oxw/edit?usp=forms_home

Encontro-me disponível para qualquer esclarecimento acerca do estudo.

Continuação de um excelente trabalho!
Obrigada pela atenção e peço desculpa por algum tipo de incómodo,​
Ariana Roque Brito

Nunca será um incómodo receber pedidos para ajudar! :D
Mamãs do Mundo, vamos ajudar?

23/08/2016

Mãe é Tudo Igual

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Elas são todas iguais, mas a gente ama incondicionalmente e não vive sem (exceto suzane von richthofen)


Marcela Tavares
Atriz(mas nunca fiz novela) 
Instragram: @tavaresmarcelaa

16/08/2016

Graça Girls #04 – Maternidade: vida real

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No início do ano, uma brincadeira nas redes sociais virou moda no Brasil. No Desafio da Maternidade, mulheres compartilhavam fotos felizes com os filhos e falavam sobre as alegrias de ser mãe. Depois, marcavam algumas amigas que consideravam boas mães para darem continuidade à corrente. 


Entre tantos posts ilustrados com pais e crianças sorridentes, uma mãe de um bebê de 40 dias decidiu abrir o jogo e romper com o mito da maternidade cor-de-rosa.  A postagem foi compartilhada no Facebook e recebeu centenas de comentários, muitos elogiando a sinceridade daquela mãe e tantos outros agressivos, xingando-a de monstro e dizendo que ela odiava o seu filho. Hoje Luciana Santos e Maria Eunice Cabral  estão com as mães reais convidam Kezia Chaves, Carolina Mariano e Lenice Menezes para falar sobre: ser mãe é tão bom assim?

Para ouvir CLIQUE AQUI!

Blog Achando Graça - Graça Girls
Instagram: @blogachandograca

12/07/2016

Mãe solteira?

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Não há vergonha em ser mãe e estar solteira. 
Vergonha é ser pai quando convêm, é fingir que não tem filhos na balada, é recusar ligação da mãe do seu filho quando está com alguma outra mulher, mesmo sabendo que a criança pode estar precisando de alguma coisa.

Vergonha é pagar de "patrão" nas baladas e se fazer de vagabundo na audiência de revisão, é comprar tênis de R$ 1000,00 e chorar miséria pra comprar uma pomada de assadura de R$ 9,00. 

Vergonha é falar pra todos os amigos que a ex é louca, e esquecer de falar que essa mesma louca é aquela que consegue criar seu filho sozinha. É espalhar pra meio mundo que paga uma fortuna de pensão, quando na verdade paga R$ 200,00 por mês, e ainda por cima, atrasado. 

Vergonha é chamar pelas costas a mãe do seu filho de "puta" e "aproveitadora", quando na verdade, o único filho da puta da história foi você, que aproveita-se do seu filho seu filho pra fazer moral em rede social, sendo o famoso "pai de selfie". 

Não é vergonha nenhuma ela ainda estar solteira. Muito pelo contrário, pois se ainda está, é porque aprendeu com a vida e certamente não vai querer colocar na vida dela e do filho, outro ser como você! 

Vergonha é o que o seu filho sentirá, quando entender o belo exemplo que você foi. Orgulho ele sentirá da mãe, que não terá vergonha alguma em dizer o que passou, como passou e por quem passou. 
Aprenda!

Rafael Gonçalves
Advogado - Direito da Família
Gonçalves Advocacia & Assessoria Jurídica
Instagram: @rafamureno

09/07/2016

Projeto T-AMAR

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A cada dia mais mulheres se tornam mães antes de estarem preparadas. São vítimas da falta de planejamento familiar e, muitas delas, adolescentes, se veem repentinamente diante de um mundo completamente novo e difícil.

Não raro, famílias e parceiros se voltam contra a futura mãe que, sem ter a quem recorrer, cai em vícios e depressão, perdendo todas as forças que possui para lutar. Segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, somente em 2009, 444.056 jovens, entre 10 e 19 anos de idade, engravidaram no Brasil.

O projeto T-Amar nasceu da vontade que o grupo Godllywood tem de ajudar cada vez mais as mulheres da nossa sociedade. O objetivo do T-Amar é devolver a autoestima e a confiança dessas mães.



Missão complexa

A sociedade, por costumes julgadores que estão entranhados nela há muito tempo, oprime e menospreza todas as mulheres, que, por algum motivo, fogem dos padrões. Quando uma moça engravida sem estar casada, por exemplo, corre o risco de ser desamparada pela família e pelos amigos.

Devolver o respeito e o amor próprio nessas situações é essencial, mas complicado. É preciso trabalhar os lados psicológico, espiritual e material dessas mulheres.

Em um primeiro momento, as novas mães são convidadas a compartilhar suas experiências e, por meio do diálogo, readquirem o respeito próprio e percebem que um filho é, acima de tudo, um presente divino. Elas são auxiliadas a superar os medos e os sofrimentos pelos quais estão passando.

Tendo superado essa fase, é hora de cuidar da gravidez em si. Voluntariamente, psicólogos, ginecologistas e obstetras auxiliam no pré-natal, proporcionando ao bebê um desenvolvimento saudável.

Nascimento profissional

Naturalmente, é preciso mais do que recuperação psicológica para criar uma criança. Todo bebê necessita de atenção, alimentos, roupas, remédios e cuidados que custam caro. Mães que não estão empregadas carecem de uma renda para dar ao filho tudo o que ele necessita.

Conhecendo essa carência, o T-Amar, por meio de voluntários, oferece cursos profissionalizantes de artesanato, manicure, pedicure, cabeleireiro, maquiagem e computação. Dessa maneira, as mulheres ganham espaço no mercado de trabalho para atender às necessidades da criança.

Ademais, advogados e assistentes sociais também se voluntariam no atendimento às gestantes que necessitam de seus serviços.

As reuniões do T-Amar ocorrem mensalmente nos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal. O projeto também está presente na Argentina, Estados Unidos, Guatemala, México e Venezuela.

Para ajudar Clique Aqui

Essa sou eu, Carolina,mãe, brasileira residente em Portugal
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23/06/2016

Pais com religioes diferentes

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 Ate meus 15 anos cresci num lar catolico. Alias quase todo mundo que eu conhecia era catolico. Quase Ninguem era praticante. A gente terminava a primeira comunhao, tinha aquela sensacao de dever cumprido, e nao aparecia mais na igreja ate alguem casar. Esse modelo de religiao pra mim nao serve. Eu precisava de algo mais solido.

Com 20 anos EU decidi buscar a Deus por mim mesma. Encontrei a paz que eu precisava na Congregacao Crista do Brasil. Depois de frequentar por 2 anos me batizei. So de ouvir os irmaos afinando os instrumentos ja enchia meu coracao de gratidao.

Os anos passaram. Vim morar na Italia e tive uma filha. Agora vivo a realidade de batizar minha filha na igreja catolica por uma imposicao social.

Meu companheiro, e toda a familia dele, embora nao sejam praticantes, ja estao planejando o batizado.

Nossa diferenca religiosa nunca foi um problema. Ele nunca se preocupou se eu orava, meditava ou rezava.

Agora a questao e;

batizar minha filha para satisfazer a vontade da familia paterna ou

impor a minha vontade e deixar que ela decida quando crescer ?


Infelizmente aqui ela nao tera a possibilidade de conhecer a Congregacao, ou qualquer outra igreja evangelica. Alias ate tem, mas fica bem longe de casa, e nao sei se eu mesma gostarei. Independente disso, todas as criancas fazem catequismo juntas, como uma extensao da escola, durante os 4 anos do primeiro grau. Como excluir minha filha de todo este padrao social?

O que voce faria ? 

Meu nome é Selma Fernandes. Tenho 40 anos. Sou a mamae da Lara. Trabalho período integral construindo um lar limpinho, feliz e cheio de amor!
Instagram: @_selfernandes