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04/05/2016

Amor de Mãe

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As voltas que a vida dá....para descobrirmos o que é o amor!


Eu sempre fui uma pessoa muito aventureira, já fiz muita besteira na vida, já vi e vivi muita coisa ( mais do que deveria). Um dos meus sonhos sempre foi viajar, conhecer o mundo, eu vim para Portugal a primeira vez em 2011 para tirar meus documentos Portugueses, daqui segui para Inglaterra, França e Inglaterra de novo, só que chegou um ponto que eu estava totalmente depressiva e resolvi voltar ao Brasil, lá eu fui trabalhar numa empresa que acabou por me enviar para Portugal e foi aqui que encontrei o sentido da vida....
Conheci o meu namorado e decidimos logo no inicio ter um bebé, é engraçado como a vida acontece, as voltas que tive que dar no mundo, para conhecer a pessoa que conheci para que eu pudesse ter um novo rumo e um novo sentido na minha vida.
A Helena veio para iluminar minha vida, me dar um novo sentido de viver, antes eu só sobrevivia, hoje eu vivo! Minha filha é tudo; é o meu respirar, o meu sentir, meu universo.
Hoje posso dizer que amadureci e criei responsabilidade, tenho uma outra visão do mundo, eu já não sou aquela de antes aquela rapariga que só queria curtir, viajar, sem pensar no amanhã.
Eu ainda quero sim viajar muito e curtir, mas só se for com a Helena ao meu lado, meu puro, simples e verdadeiro amor!
Esse texto hoje foi mais para mostrar qual é a minha visão do que é ser mãe.
Ser mãe é corpo, mente, espírito, é pensar no seu pequeno ser antes de você, ou de qualquer outra coisa no mundo!

Eu sou a Deborah, 30 anos, Luso-Brasileira, Mãe da Helena, lutadora, guerreira e estou na luta para termos uma vida melhor.

Beijokas


01/05/2016

Tá tranquilo, Tá favorável!

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"Olha para todos os recalcados. Olha para aquelas vizinhas fofoqueiras, para quem desacreditava de nós … E fala: Tá tranquilo, Tá favorável!"#ficaadica

Uma mulher chefe de família!
Sim, essa sou eu! Uma mulher chefe de família.
Antes correria, correria e não compreendia muito bem o sentido da vida, porém, contudo, entretanto, todavia, senão (conjunções – tentando aplicar o novo acordo ortográfico), virei mãe em um piscar.
Meu primeiro filho veio em Janeiro de 2014 e a segunda filha veio em Março de 2015. (Está correto o mês e o ano).
Hoje, tenho 29 anos (planeando seriamente uma mega festa para os 30 anos que será em Julho e pensando se pinto ou não o cabelo haha), e sou mãe, chefe de família, filha, irmã, trabalho em uma grande empresa em Portugal em horários malucos, voluntária, vizinha, amiga e rabugenta. (Sempre fui rabugenta, porém sou muito mais agora, pois tenho que honrar o título de mãe!).
Posso dizer-vos que sou muito FELIZ e sortuda, mas pergunto o objetivo a Deus de tamanho stress durante ambas as gestações?! (Acho que foi para ser mais forte e realmente fiquei.)
Não admito falta de respeito, não admito comentários do tipo: "És maluca, pois teve dois filhos em um curto espaço de tempo" / "Você tem um carreira e isso vai atrapalhar" / "Não houve planeamento?!" / "Como ficará as despesas de duas crianças?!" / "Nossa, ela tem a mãe para ajudar e fica mais fácil!"

Pessoas, ATENÇÃO: 
1 – Eu jamais faria o aborto;
2 – Eu jamais trocaria a sensação do parto normal por qualquer dinheiro do mundo;
3 – Eu jamais trocaria o amor dos meus filhos por trabalho, por homem, por amigos, por diversão;
4 – Eu durmo no máximo 5 horas por dia e acordo com os melhores sorrisos do mundo;
5 – Agora eu sei o que é o amor! Agora eu sei o que é fé! Agora eu sei o que é felicidade!
Parem de julgar as mães com filhos com pouco intervalo, parem de falar das mulheres que trabalham e dependem do apoio da mãe, sogra, tio, tia, AMA, infantário, papagaio … 

Homens, juízo! Uma mulher que decide ser mãe, ela merece todo o respeito do mundo!
(A decisão de ser mãe é SEMPRE da mulher, portanto respeite e aceite)

Todos os domingos irei dividir com vocês, a minha nova profissão e missão que é ser Mãe.

O que posso adiantar é que: irei traduzir a raiva, aflições, choros que passei na gestação até o momento em piadas maternas! (Sei que deixarei algumas pessoas a rirem alto, mas sei também que deixarei uma pessoa com o pensamento: por que eu decidi perder tudo isso?!)

Ah, não posso deixar de mencionar que hoje, primeiro domingo de Maio é dia das Mães em Portugal e eu recebi o pequeno-almoço (café da manhã, breakfasts …) na cama com uma flor. Advinha quem entregou? O meu amor, o meu Bernardo.
É isso que irei falar: do AMOR!
Se eu soubesse antes o quanto é bom ser mãe, já teria sido bem antes! (Vou parar de escrever, pois tenho duas crianças de fundo a falar: Mamã!)

E é isso ai! Faça o seu comentário, siga-nos, compartilhe … (A casa agradece)

Sou Carolina Mariano, mãe do Bernardo e da Clara, chefe de família, alegre, sortuda e muito amada.

Insta: @caroldmariano

29/04/2016

Quem sou eu na fila do pão?

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Há quem diga que toda mulher já nasce mãe. 
Pura mentira. Eu não nasci mãe, apenas nasci.
Jamais imaginei que um dia eu seria essa mulher devorada pela rotina, de raiz branca e unhas por fazer.
Quando criança, me preocupava em ir a escola e estudar, sentava próximo ao pé de Jasmim durante o recreio e enfeitava o cabelo com as flores que caiam pelo chão. Eu apenas olhava para o céu e desejava sentir o vento, porque no nordeste faz muito calor e esperava ansiosa o final de semana, assim poderia dormir até mais tarde um pouco e brincar mais na rua.
Com o passar do tempo, fui ao teatro pela primeira vez, desses itinerantes que visitam escolas. Eu enganei a todos em casa e fui escondida assistir uma peça que nem lembro mais o título. 
Mas o meu sonho, era fugir com o circo. Só me faltava coragem. Como deixaria tudo, minha família, meu mingau, meus vestidos feitos por encomenda? Como? (risos). 
Mãe? Só de minhas bonecas, essas padeciam comigo, era tanta bronca, tanta comida de areia e tanta salada de capim, que se fossem crianças de verdade não teriam passado dos 3 meses de vida.
Minha adolescência foi algo muito estranho, porque eu era meio sonsa (mais risos), frequentava igreja e era o que as pessoas esperavam que eu fosse, falava o que elas esperavam ouvir e participava das atividades de rotina da igreja onde meu pai era pastor. Um saco!
Mãe? Eu era quase mãe, forçada. Né? Tinha que cuidar de minhas irmãs. Chatooo!
Quando me tornei "adulta", isto é, idade de trabalhar, votar e ser presa (caso cometesse algum crime), aí sim, foi o pulo do gato. Arrumei emprego, cortei e pintei os cabelos, fiz uma tatuagem e ... continuei na mesma (muitos risos). Sim. Nada mudou, além do meu exterior. Eu sequer pensava em namorar, para mim isso era perda de tempo. Eu tava usando as roupas que me agradavam, indo a igreja que eu me identificava, jantando onde e com quem eu considerava amigo e indo ao cinema ver filmes que me interessavam. 
Disso tudo, até hoje, o que me acompanha é o gosto pelo Grupo Logos, o amor ao nordeste e o apego a fé.
Sabe por quanto tempo eu vivi sem pensar em ser mãe? 28 anos. Sim, eu vivi 28 anos sem filhos.
Claro, aos 28 eu casei e comecei a procriar. E a sensação que tenho é que de tudo o que vivi, tudo mudou, me restam o gosto pelo Grupo Logos, o amor ao nordeste, o apego a fé e uma vida nova. Totalmente sem planos, sem raiz de cabelo retocada, sem unhas feitas, sem frescura. Com noites sem dormir, comendo comida fria, com olheiras em 50 tons de cinza, com tanta aventura... Aos poucos, bem aos poucos vou contar para vocês, quem eu sou hoje e o que a maternidade tem realizado em minha nada mole vida.

Sou Kézia Chaves, assessora, podcaster e mãe.
Twitter: @keziachavesbn
Insta: @keziachaves

Beijos.

27/04/2016

Relaxe, filhos são pra sempre!!!!

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Minha primeira gravidez foi no susto. 23 anos, sem a menor noção de nada, sem responsabilidades com a vida, só comigo mesmo e as vezes, nem isso.
E de repente grávida. Não foi fácil, da noite pro dia, ser a adulta ~ que eu já deveria estar sendo ~.
Mas o mais engraçado sobre gravidez e filhos, é que com o tempo você sente saudade da loucura que é ter um bebe, e cisma em passar por tudo de novo. Pois bem, eu aos 30, depois de 6 anos, resolvo ter outro filho. É incrível a diferença que maturidade e sossego fazem na vida de uma mulher. Ser mãe é dificil. Não é pra qualquer uma. Não basta parir e pronto.

Já disse o poeta: "Criar filhos da trabalho. Se você não tem trabalho, então você está fazendo errado".

O importante é saber que, sem neuras, dá pra ser mãe, mulher, trabalhar fora, ter amigos (as), e se divertir com essa loucura toda, e é isso que Nossa Visão veio te mostrar.

Relaxe,filhos são pra sempre. Faça o seu melhor, ame e receba amor e saiba que sim, você é uma ótima mãe!!!

Sou a Mariana, 31 anos, mãe de um casal.
Nicole de 6 anos e Miguel de 1 aninho. 
Insta: @fernandes_silva_mariana


                                              Sejam todas (os) bem-vindos!!!