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14/09/2016

Naiara Azevedo - OBRIGADO MÃE

Edit Feito para você por com Sem Visão


Pode passar o tempo que for
Não vai existir nada igual
Deus foi tão perfeito quando criou
Um ser sublime tão especial
Não importa como ela é
E nem importa de onde vem
Não importa a cor nem a religião
Importa é que todo mundo tem
Mãe é aquela que gera, é aquela que ama
É aquela que canta canção de ninar
E que no abraço faz o medo passar
Mãe é aquela que adota, que chama de filho
Que pega na mão e te ensina a andar
Te deita no colo e ensina a amar
Muito Obrigado Mãe...

Qualquer coisa que eu diga, vai ser pouco demais
Só eu falarei eu te amo Mãe, vai falta algo a mais
Quero te agradecer por me deixa nascer
Sei que você passou noites mal durmidas
Muito obrigado Mãe, por ter me dado a vida
(Refrão)
Mãe é aquela que gera, é aquela que ama
É aquela que canta canção de ninar
E que no abraço faz o medo passar
Mãe é aquela que adota, que chama de filho
Que pega na mão e te ensina a andar
Te deita no colo e ensina a amar
Muito Obrigado Mãe...

Qualquer coisa que eu diga, vai ser pouco demais
Só eu falarei eu te amo Mãe, vai falta algo a mais
Quero te agradecer por me deixa nascer
Sei que você passou noites mal dormidas
Muito obrigado Mãe, por ter me dado a vida

13/09/2016

Mãe por Emicida

Edit Feito para você por com Sem Visão


Um sorriso no rosto, um aperto no peito
Imposto, imperfeito, tipo encosto, estreito
Banzo, vi tanto por aí
Pranto de canto chorando, fazendo os outro rir
Não esqueci da senhora limpando o chão desses boy cuzão
Tanta humilhação não é vingança, hoje é redenção
Uma vida de mal me quer, não vi fé
Profundo ver o peso do mundo nas costa de uma mulher
Alexandre no presídio, eu pensando no suicídio aos oito anos, moça
De onde cê tirava força?
Orgulhosão de andar com os ladrão, trouxa!
Recitando Malcolm X sem coragem de lavar uma louça
Papo de quadrada, 12, madrugada e pose
As ligação que não fiz tão chamando até hoje
Dos rec no Djose ao hemisfério norte
O sonho é um tempo onde as mina não tenha que ser tão forte

Nossas mãos ainda encaixam certo
Peço um anjo que me acompanhe
Em tudo eu via a voz de minha mãe
Em tudo eu via nóiz
A sós nesse mundo incerto
Peço um anjo que me acompanhe
Em tudo eu via a voz de minha mãe
Em tudo eu via nóiz

Outra festa, meu bem, tipo Orkut
Mais de mil amigo e não lembro de ninguém
Grunge, Alice in Chains
Onde você vive Lady Gaga ou morre Pepê e Neném
Luta diária, fio da navalha. Marcas? Várias
Senzala, cesárias, cicatrizes
Estrias, varizes, crises
Tipo Lulu, nem sempre é so easy
Pra nós punk é quem amamenta, enquanto enfrenta as guerra, os tanque
As roupas suja, vida sem amaciante
Bomba a todo estante num quadro ao léu
Que é só enquadro e banco dos réu, sem flagrante
Até meu jeito é o dela
Amor cego escutando com o coração a luz do peito dela
Descreve o efeito dela, breve, intenso, imenso
Ao ponto de agradecer até os defeito dela
Esses dias achei na minha caligrafia
A tua letra e as lágrima molha a caneta
Desafia, vai dar mó treta
Quando disser que vi Deus
Ele era uma mulher preta

Nossas mãos ainda encaixam certo
Peço um anjo que me acompanhe
Em tudo eu via a voz de minha mãe
Em tudo eu via nóiz
A sós nesse mundo incerto
Peço um anjo que me acompanhe
Em tudo eu via a voz de minha mãe
Em tudo eu via nóiz

(Onde for, tudo
Tudo eu ouvia nóiz
Onde for)

O terceiro filho nasceu, é homem
Não, ainda é menino
Miguel bebeu por três dias de alegria!
Eu disse que ele viria, nasceu
E eu nem sabia como seria
Alguém prevenia, filho é pro mundo
Não, o meu é meu
Sentia a necessidade de ter algo na vida
Buscava o amor nas coisas desejadas
Então pensei que amaria muito mais
Alguém que saiu de dentro de mim e mais nada
Me sentia como a terra, sagrada
E que barulho, que lambança
Saltou do meu ventre e contente parecia dizer
"É sábado gente! "
A freira que o amparou tentava reter
Seus dois pezinhos sem conseguir
E ela dizia: "Mais que menino danado!
Como vai chamar ele mãe? "
Leandro

08/08/2016

Mammy Derma

Edit Feito para você por com 1 visão

Olá,
 
Me chamo Natally e fui mãe pela primeira vez aos 29 anos. Eu estava no meu último ano de residencia médica, e decidi que minha vida precisava de algo a mais, e que o tempo estava passando e eu preciava aumentar minha familia. Meu casamento estava pleno, cheio de perspectivas e eu decidi que era o momento.
 
Na verdade, sempre quis ser mãe, e eu havia decidido na infância que isso seria por volta dos meus 20 anos de idade. Mas, diferente de como toda crianca imagina, aos 20 anos eu ainda não havia terminado minha faculdade, não sabia como seria meu trabalho, não tinha minha casa e ainda não tinha decidido me casar.
 
A vida foi tomando uma forma diferente para mim, afinal, escolhi por uma faculdade que durava 6 anos e depois disso, descobri que eu precisaria de mais alguns anos para finalmente fazer exatamente o que gostasse, ser dermatologista. Eu nao tinha familiares médicos e sonhava muito apenas com as belezas da minha profissão. Ela é cheia de tristezas e alegrias. Cheia de histórias de superação e de questionamentos. Não é uma profissao fácil porque lidamos com a vida em uma perspectiva diferente. Quem nos procura tem queixas e não boas notícias.
 
Mas enfim, a minha vida precisava seguir, e eu sempre quis ser mãe. De repente, me vi trabalhando muito, tentando adquirir, mas sem sucesso. Resolvi entao que queria ser mae; que meu trabalho tinha que parar um pouco.
 
Tentei por 7 meses. Foi um período de inseguranca e medo de que as coisas nao dessem certo. Medo de encontrar um problema de saúde que nao me permitisse conquistar aquilo que eu sempre sonhei: ser mãe.
 
Um mes depois da decisao de ser mãe, realizando todos os meus exames, descobri uma mudança em um dos nódulos da minha tireoide. Sofri, fiz minha punção, com medo de um resultado negativo, venci e não tive problemas. Tive minha primeira filha. Vivi a maternidade intensamente e "sozinha". Amamentei e dei meu máximo. Aprendi a julgar menos e descobri o quanto ser mãe é a profissão mais difícil do mundo. Voltei a trabalhar, me senti egoísta por amar meu trabalho e não conseguir renunciá-lo pela maternidade como vejo tantas outras mães fazendo. Chorei e me angustiei com as tantas infeccções no primeiro ano de escola.
 
Engravidei novamente aos 8 meses da minha primeira filha. Chorei de novo com o medo da angustia que iria sentir novamente com as doenças, separação ao deixar na escola, amamentação, o peso mensal nas consultas de puericultura e meu trabalho que ia parar novamente (e eu precisando conquistar o mundo para dar o melhor para minha filha). Ah! tive medo também de dividir meu tempo e o amor pela minha primeira filha...
 
Minha segunda filha nasceu... Tudo foi muito mais fácil... eu a amei desde o primeiro instante... O amor não dividiu, se multiplicou. As angústias foram menores, porque eu sabia onde estava pisando. Eu vi mais amor na minha casa, conheci o amor de irmãs por outra perspectiva e foi a coisa mais linda de se ver. Passei a desejar o segundo filho a todas as mães do mundo.
Descobri um câncer de tireóide aos 6 meses da minha segunda filha. Operei. Estou bem e voltei a trabalhar. Ja se passaram 4 meses desde a minha doença e eu so consigo me sentir grata por tudo o que Deus me proporciona, desde o nascimento da minha primeira filha até o meu câncer (afinal foi comigo e com mais ninguém).
 
Hoje estou aqui, trabalhando, tentando dividir minha vida, e lembrar a cada uma das mães que atendo, e que sofrem de doenças e com angustias da maternidade, de que a nossa saúde (em todos os sentidos - mental e física) garante a felicidade da nossa família. Que nós somos o pilar da casa e que acima de tudo, realmente somos fortes e capazes de superar e de ajudar outras mães a passarem por qualquer dificuldade que venha surgir. Que precisamos julgar menos, a nós mesmas e às outras mães, porque ninguém erra quando faz as escolhas com amor.
 
Espero ter contribuído de alguma forma com uma parte da minha biografia.
 
Beijos a todos.
Natally Morais

06/08/2016

Mulheres com câncer poderão ter direito a reconstrução de duas mamas

Edit Feito para você por com Sem Visão
As mulheres atingidas por câncer de mama poderão ter direito à reconstrução dos dois seios, mesmo se o tumor estiver restrito a apenas um. Este é o objetivo do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 5/2016, que será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na quarta-feira (3).
Todas as mulheres já têm direito legal à reconstrução mamária gratuita nos casos de mutilação total ou parcial decorrente de tratamento de câncer de mama. O objetivo agora é que a plástica possa ser feita nas duas mamas, para que se garanta a simetria entre os dois seios.
O substitutivo proposto pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) inova ao impor que sejam obrigados a realizar a plástica também na mama colateral tanto o Sistema Único de Saúde (SUS), como previsto no texto original, como os planos privados de saúde. Segundo a relatora, a reconstrução mamária é um procedimento recomendável, pois a cirurgia de retirada total ou parcial das mamas causa deformidades.
“A mama reconstruída nunca será igual à mama que foi removida, Nesse sentido, procedimentos de redução, elevação ou aumento podem ser indicados para a mama oposta, de forma a manter a simetria entre elas”, disse.
No substitutivo, Marta também aproveitou para incluir, como parte dos procedimentos cirúrgicos de reparação das mamas, as reconstruções da auréola e os mamilos. Segundo ela, essa é a linha adotada pelo Conselho Federal de Medicina, em resolução que trata do assunto, um enfoque que deve ficar claro na legislação.
O projeto altera as normas referentes à cirurgia plástica de reparação das mamas devido a tratamento de câncer. Pelo SUS, a obrigação foi criada pela Lei 9.797, de 1999. No caso do sistema complementar, o procedimento é regulamentado na própria lei que trata dos panos e seguros privados de saúde (Lei 9.656, de 1998). A plástica reparadora deve ser realizada, sempre que possível, no mesmo tempo da cirurgia de retirada da mama (mastectomia). Caso aprovado, o projeto segue para análise do Plenário.

Diagnóstico de câncer

Também deve ser analisado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 583/2015, da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), que busca assegurar a realização de ultrassonografia mamária, no âmbito do Sistema Único de Saúde. O exame, que só pode ser feito por solicitação médica, vai auxiliar no diagnóstico de mulheres jovens com elevado risco de câncer de mama ou que não possam ser expostas à radiação e como complementação ao exame mamográfico, para mulheres na faixa etária de 40 a 49 anos de idade ou com alta densidade mamária.
A reunião da CAS deve ocorrer na sala 9 da ala Alexandre Costa.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)