Quem assistiu a abertura da Copa percebe bem a diferença que foi sexta agora. Realmente foi uma festa linda e cheia de acertos. Ficou em meu coraçao o desejo que esses nossos atletas sejam mais respeitados, que eles recebam patrocinio que sirvam de exemplo para nossas crianças e que a mensagem passada de cuidado com a natureza tenha sido compreendida.
Nosso pais é um lugar muito abençoado, somos lutadores, encaramos nossos dias com amor e força. Diariamente vemos noticias de abuso no SUS, de abuso de poder, da população sofrida que temos aqui.
Oro todos os dias para que essas pessoas sejam confortadas em seus corações, porque temos politicos corruptos e cegos. Temos passado por tempos dificeis.
Me chamo Natally e fui mãe pela primeira vez aos 29 anos. Eu estava no meu último ano de residencia médica, e decidi que minha vida precisava de algo a mais, e que o tempo estava passando e eu preciava aumentar minha familia. Meu casamento estava pleno, cheio de perspectivas e eu decidi que era o momento.
Na verdade, sempre quis ser mãe, e eu havia decidido na infância que isso seria por volta dos meus 20 anos de idade. Mas, diferente de como toda crianca imagina, aos 20 anos eu ainda não havia terminado minha faculdade, não sabia como seria meu trabalho, não tinha minha casa e ainda não tinha decidido me casar.
A vida foi tomando uma forma diferente para mim, afinal, escolhi por uma faculdade que durava 6 anos e depois disso, descobri que eu precisaria de mais alguns anos para finalmente fazer exatamente o que gostasse, ser dermatologista. Eu nao tinha familiares médicos e sonhava muito apenas com as belezas da minha profissão. Ela é cheia de tristezas e alegrias. Cheia de histórias de superação e de questionamentos. Não é uma profissao fácil porque lidamos com a vida em uma perspectiva diferente. Quem nos procura tem queixas e não boas notícias.
Mas enfim, a minha vida precisava seguir, e eu sempre quis ser mãe. De repente, me vi trabalhando muito, tentando adquirir, mas sem sucesso. Resolvi entao que queria ser mae; que meu trabalho tinha que parar um pouco.
Tentei por 7 meses. Foi um período de inseguranca e medo de que as coisas nao dessem certo. Medo de encontrar um problema de saúde que nao me permitisse conquistar aquilo que eu sempre sonhei: ser mãe.
Um mes depois da decisao de ser mãe, realizando todos os meus exames, descobri uma mudança em um dos nódulos da minha tireoide. Sofri, fiz minha punção, com medo de um resultado negativo, venci e não tive problemas. Tive minha primeira filha. Vivi a maternidade intensamente e "sozinha". Amamentei e dei meu máximo. Aprendi a julgar menos e descobri o quanto ser mãe é a profissão mais difícil do mundo. Voltei a trabalhar, me senti egoísta por amar meu trabalho e não conseguir renunciá-lo pela maternidade como vejo tantas outras mães fazendo. Chorei e me angustiei com as tantas infeccções no primeiro ano de escola.
Engravidei novamente aos 8 meses da minha primeira filha. Chorei de novo com o medo da angustia que iria sentir novamente com as doenças, separação ao deixar na escola, amamentação, o peso mensal nas consultas de puericultura e meu trabalho que ia parar novamente (e eu precisando conquistar o mundo para dar o melhor para minha filha). Ah! tive medo também de dividir meu tempo e o amor pela minha primeira filha...
Minha segunda filha nasceu... Tudo foi muito mais fácil... eu a amei desde o primeiro instante... O amor não dividiu, se multiplicou. As angústias foram menores, porque eu sabia onde estava pisando. Eu vi mais amor na minha casa, conheci o amor de irmãs por outra perspectiva e foi a coisa mais linda de se ver. Passei a desejar o segundo filho a todas as mães do mundo.
Descobri um câncer de tireóide aos 6 meses da minha segunda filha. Operei. Estou bem e voltei a trabalhar. Ja se passaram 4 meses desde a minha doença e eu so consigo me sentir grata por tudo o que Deus me proporciona, desde o nascimento da minha primeira filha até o meu câncer (afinal foi comigo e com mais ninguém).
Hoje estou aqui, trabalhando, tentando dividir minha vida, e lembrar a cada uma das mães que atendo, e que sofrem de doenças e com angustias da maternidade, de que a nossa saúde (em todos os sentidos - mental e física) garante a felicidade da nossa família. Que nós somos o pilar da casa e que acima de tudo, realmente somos fortes e capazes de superar e de ajudar outras mães a passarem por qualquer dificuldade que venha surgir. Que precisamos julgar menos, a nós mesmas e às outras mães, porque ninguém erra quando faz as escolhas com amor.
Espero ter contribuído de alguma forma com uma parte da minha biografia.
Dia dezessete de Janeiro de 2015 nascia meu maior sonho, prematuramente, nascia também em mim uma força, uma garra que talvez somente o amor saiba explicar.
Em números, pois os médicos adoram isso, algo em torno de 700 gramas, um pouco mais de 20 cm de comprimento, era simplesmente a 25 semana de gestação.... mas, uma vontade de viver do tamanho do Universo.
A partir deste dia nascia a HISTÓRIA DO LÉO. Não é uma simples história, ela é cheia de superação, vontade de viver e transformação das pessoas, uma historia de vida, Fé e muito amor!
E para contar esta história vou dividi-la em 3 partes: A Gestação, Os dias na UTI Neonatal e Presente e Futuro
A Gestação...
Posso começar dizendo que foi muito desejada, sempre quisemos ter filhos e quando descobrimos a gravidez e logo que era um menino, foi motivo de muita felicidade.
Todos aqueles planos que todas as pessoas fazem estavam sendo construídos diariamente por mim e pelo Rodrigo, porém, na 20 semana de gestação em um ultrassom de rotina descobriram uma má formação no feto, chamado atresia da traqueia (uma obstrução das vias aéreas que impede a respiração), acho que é um dos piores diagnósticos que poderia existir.
O médico nos explicou que esta má formação leva o feto ao óbito antes do nascimento e os que conseguem nascer morrem logo após o parto por não conseguirem respirar... Foram dias e noites pensando sobre o assunto e tentando desconstruir todo aquele sonho que por 20 semanas construímos, mas, não sei... aquela tal força que cito no inicio me fez ir atrás de alguma solução, e descobrimos um médico que havia feito 15 dias antes do diagnostico do Léo uma cirurgia inédita no mundo, uma traqueoplastia com o bebê ainda no útero da mãe, e fomos atrás desta possibilidade.
Com 24 semanas conseguimos fazer a tão sonhada e desejada cirurgia e foi um SUCESSO, porém, fomos surpreendidos por uma infecção em mim o que antecipou o nascimento do Léo, com 25 semanas as 3:05 da manhã nascia a minha maior lição de vida.
Os dias na UTI Neonatal
Não é nada fácil passar por uma UTI, ainda mais quando você só vê aquelas vidinhas que acabaram de iniciar sua trajetória, você ainda recém operada, aquele monte de hormônios... Aos poucos a gente acaba se acostumando, aqueles apitos e toda a tensão daquela atmosfera passam a ser sua nova rotina, e as noticias de que tudo está bem caem como música nos ouvidos...
Não foi só noticia boa... infelizmente.... após 1 mês de vida, uma doença chamada enterocolite necrosante (necrose no intestino) nos pegou desprevenidos... sim... desprevenidos, pois naquela altura acreditávamos que só estávamos esperando o Léo engordar e crescer para irmos para a casa, mal sabíamos que isso poderia acontecer...
De repente ao voltar do rápido almoço, entro na UTI e estavam levando meu filho as pressas para uma cirurgia de emergência, e lá na porta daquele centro cirúrgico nós ficamos horas aguardando por alguma noticia. E quando enfim a médica abre a porta e nos dá a pior noticia de todas... Fizemos o que podíamos fazer, estava tudo muito ruim, ele desestabilizou e precisamos parar... ele está vivo, muito grave, não deve resistir as próximas 24 horas, lá fomos nós para as duras 24 horas, com muita Fé superamos as 24, 36, 48, 72, ... horas e após uma semana o médico resolveu abrir ele novamente e ver o que ainda podia ser feito, novamente estávamos nós naquela porta metálica fria esperando por noticias.
E quando ouço aquela voz forte chamar meu nome: Aline!
Sai correndo e fui recebida com um forte abraço do médico que me disse: Filha, reza! Agora está muito difícil, ele está muito grave e não deve passar das próximas 24 horas... e eu respondi:
- Dificil não é impossível, para Deus nada é impossível... ele nasceu! Teve o pior diagnostico e nasceu... Mas ele não quis me dar esperanças e me abraçou novamente, e lá voltamos para a UTI... Parada cardíaca, outras complicações surgiam dia a dia, mas PASSAMOS novamente das 24 horas e passamos a ouvir diariamente, está grave, muito grave, agora gravíssimo... Para mim grave era grave, mas descobri na UTI que se tem níveis de gravidade...
Um longo mês se passou, Léo continuava sua dura luta com muita garra, eu ficava na UTI das 7:00 as 23h, meu marido chegava do trabalho e ficava comigo, numa noite ele resolveu ir para a casa mais cedo para cuidar do nosso cachorro e sofreu um assalto e foi baleado no pescoço.
E eu, que já passava o dia na UTI Neonatal comecei a me dividir em duas UTI’s, agora eram Pai e Filho em UTI,. Rô chegou ficar mais grave que o Léo, ficou 5 dias em coma. Era eu ali, agora sozinha naquela porta fria do centro cirúrgico horas esperando por noticias do Pai para correr ver o filho, mas nunca deixei de anima-los...
Eu chegava na UTI do Rodrigo e dizia, (com ele em coma mesmo,) Ro, o Léo está lindo, está crescendo, você não vai acreditar quando ver ele...
Ia para a UTI Neo e dizia para o Léo:
Filho, Papai está morrendo de saudade, não vê a hora de ver você eu contei para ele desta ultima evolução ele ficou muito feliz.
Assim os dias foram passando....
Na UTI Neo nunca me davam esperanças, talvez, porque o Léo fosse muito pequeno (900g), mas tratavam como se ele fosse morrer, eu não suportava ver aquilo, para mim não importava quanto tempo íamos viver juntos eu só queria viver bem com ele... mas médico é medico, querem colocar a gente sempre em orbita, a única solução dita para o caso do Léo seria um transplante de intestino, que nao é feito no Brasil e ele precisaria ter o peso de 10kg, eu como mãe que sou achei SUPER VIÁVEL, faltavam apenas 9 kilos e 100 gramas... e comecei então a me informar sobre o tal transplante e descobri que custava milhões, mas o médico fez questão de esfregar isso na minha cara e disse:
Aline, você sabe quanto custa? Você não vai ter dinheiro para fazer o transplante... não é só o transplante, você tem que mudar de pais, se manter lá, tem os extras, etc. Aquilo que parecia um balde de água fria foi exatamente o contrário, foi a força que precisava para continuar lutando...
Quando finalmente o Rodrigo acordou do coma, ele me chamou e disse:
-Amor, eu vi eu você e o Leo no colo no aeroporto ele estava grandinho e tinha muuuuitas pessoas dando tchau para a gente.
Eu pensei, vamos fazer uma campanha... vamos deixar o orgulho, a vaidade, a privacidade e vamos atrás e então surgiu a campanha Juntos Pelo Léo.
Para finalizar esta parte, meu marido ficou ótimo sem sequelas e o Léo foi crescendo e engordando aos pouquinhos.
Presente e futuro
Não estávamos feliz no hospital que estávamos , não é fácil você ser a única pessoa otimista, a única a enxergar a vida no seu filho, os dias eram longos e tensos.
Então transferimos o Léo de hospital e uma nova equipe médica que posso afirmar com toda a certeza que tem a melhor energia possível, enxergou no Léo aquilo que eu tanto tentei mostrar, VIDA!
Claro que não foi fácil, passamos por mais cirurgias, no total (10 cirurgias) , mas eles acreditavam no potencial do Léo, e aquela historia de que o Léo nunca sairia do hospital começou a ser um passado... e depois de 9 meses dentro da UTI o Léo foi para o quarto, tudo mudou no quarto, tínhamos visita, podíamos dormir juntos na mesma cama, podia trocar de roupa varias vezes ao dia, ali, pude ser mãe um pouco... e depois de alguns meses (11 meses) deixamos o hospital para a nossa casa.
Aquele sonho que construímos, desconstuimos e construímos novamente de um novo jeito chegou!
Trouxemos o Léo para a casa e cá estamos por 7 lindos meses, vivendo e dando ao Léo a normalidade de uma vida de um bebê.
Sabemos que não podemos ficar assim por muito tempo, durmo e acordo vivendo somente o agora.
A minha melhor resposta para o futuro é EU NÃO SEI!
Aprendi neste tempo que não temos controle de nada, que a vida é uma caixinha de surpresa, que dela só podemos decidir de que forma vamos dançar... Rindo ou chorando...
Estamos ainda escrevendo nossa história... E agora você também faz parte dela ️
As mulheres atingidas por câncer de mama poderão ter direito à reconstrução dos dois seios, mesmo se o tumor estiver restrito a apenas um. Este é o objetivo do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 5/2016, que será analisado pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) na quarta-feira (3).
Todas as mulheres já têm direito legal à reconstrução mamária gratuita nos casos de mutilação total ou parcial decorrente de tratamento de câncer de mama. O objetivo agora é que a plástica possa ser feita nas duas mamas, para que se garanta a simetria entre os dois seios.
O substitutivo proposto pela senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) inova ao impor que sejam obrigados a realizar a plástica também na mama colateral tanto o Sistema Único de Saúde (SUS), como previsto no texto original, como os planos privados de saúde. Segundo a relatora, a reconstrução mamária é um procedimento recomendável, pois a cirurgia de retirada total ou parcial das mamas causa deformidades.
“A mama reconstruída nunca será igual à mama que foi removida, Nesse sentido, procedimentos de redução, elevação ou aumento podem ser indicados para a mama oposta, de forma a manter a simetria entre elas”, disse.
No substitutivo, Marta também aproveitou para incluir, como parte dos procedimentos cirúrgicos de reparação das mamas, as reconstruções da auréola e os mamilos. Segundo ela, essa é a linha adotada pelo Conselho Federal de Medicina, em resolução que trata do assunto, um enfoque que deve ficar claro na legislação.
O projeto altera as normas referentes à cirurgia plástica de reparação das mamas devido a tratamento de câncer. Pelo SUS, a obrigação foi criada pela Lei 9.797, de 1999. No caso do sistema complementar, o procedimento é regulamentado na própria lei que trata dos panos e seguros privados de saúde (Lei 9.656, de 1998). A plástica reparadora deve ser realizada, sempre que possível, no mesmo tempo da cirurgia de retirada da mama (mastectomia). Caso aprovado, o projeto segue para análise do Plenário.
Diagnóstico de câncer
Também deve ser analisado o Projeto de Lei do Senado (PLS) 583/2015, da senadora Lúcia Vânia (PSB-GO), que busca assegurar a realização de ultrassonografia mamária, no âmbito do Sistema Único de Saúde. O exame, que só pode ser feito por solicitação médica, vai auxiliar no diagnóstico de mulheres jovens com elevado risco de câncer de mama ou que não possam ser expostas à radiação e como complementação ao exame mamográfico, para mulheres na faixa etária de 40 a 49 anos de idade ou com alta densidade mamária.
A reunião da CAS deve ocorrer na sala 9 da ala Alexandre Costa.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
O presente questionário tem o intuito de conhecer um pouco mais as mamães que têm filhos pequenos e que ainda são muito dependentes delas.
Queremos traçar o perfil dessas mamães quanto a idades, número de filhos, idades dos filhos entre outras coisas, saber sobre suas dificuldades e levantar suas necessidades com relação a sua saúde, seu bem estar e sua auto estima.
Para responder ao questionário é só acessar o link abaixo (link google drive)
Crianças precisam se mover, navegar,
procurar notícias ou coisas, criar aventuras e descobrir o mundo ao seu redor.
Lembre-se elas estão a aprender, são esponjas, jogadores natos, caçadores de
tesouros. São livres, com almas puras e um coração cheio de amor sincero.
Uma criança não nasce para ficar quieta, para não tocar nas coisas,
ser paciente ou entreter-se. Uma criança não nasce para ficar sentada a ver TV
ou jogar um tablet.
Uma criança não nasce para ser esquecida ou agredida.
Uma criança não quer ficar quieta o tempo todo.
Uma criança precisa brincar !!!
A IMPORTÂNCIA DE ESTIMULOS NO CÉREBRO DE UMA
CRIANÇA:
Podemos iniciar pelos benefícios das brincadeiras para as
crianças, pois os benefícios estão presentes em todos os níveis
(fisiológicos-emocionais, comportamentais e cognitivos). Na verdade, podemos
citar diversas repercussões:
Regula o humor e
ansiedade.
Promove atenção,
aprendizagem e memória.
Reduz o stress,
favorecendo a calma neuronal, bem-estar e felicidade.
Amplia a sua
motivação física, graças à qual os músculos reagem impulsionando-as a
brincar.
Tudo isso promove
um estado ótimo de imaginação e criatividade, ajudando-as a apreciar a
fantasia do que as rodeia.
E então, como podemos aperfeiçoar essa
máquina. Independentemente da carga genética, o cérebro humano tem de ser
constantemente desafiado para que mantenha e até melhore as suas funções
cognitivas (como memória, percepção, raciocínio lógico-matemático, linguagem,
atenção, aprendizado...). Mas, como é na
infância que se desenvolvem as bases da inteligência, exercitar os
neurônios desde cedo é tão importante para a garotada quanto ir à escola,
dormir cedo e obedecer aos pais.
Assim que a criança nasce, os estímulos têm de
ocorrer da forma mais variada possível. Desde o simples toque no bebê
recém-nascido até brincadeiras e atividades mais complexas e desafiadoras a
partir dos seis ou sete anos. É através dos estímulos sensoriais que são
formadas as chamadas sinapses - conexões que favorecem a comunicação entre os
neurônios. Quanto mais sinapses se formarem, melhor serão as capacidades
cognitivas e maior será o aprendizado ao longo da vida.
"A
capacidade de compreensão dos bebês é muito maior do que a maioria dos pais
pode julgar", alerta o neuropediatra Luiz Celso Pereira Vilanova, da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os adultos também não sabem que
têm um papel fundamental para o desenvolvimento do cérebro de seus filhos.
"Especialmente nos primeiros seis meses de vida, o vínculo afetivo
favorece conexões cerebrais do bebê que irão valer para a vida inteira",
garante a pediatra Ana Maria de Ulhôa Escobar, do Instituto da Criança do
Hospital das Clínicas de São Paulo.
Contudo, estimule o brincar do seu filho. A
brincadeira irá contribuir para seu desenvolvimento infantil e estimulando seu
aprendizagem e criatividade.
Hoje eu me sinto agradecida a Deus. Quando pedi sabedoria, Ele me capacitou, me fez ver além, me ajudou a definir o que deve ser prioridade e junto comigo tem trilhado o caminho que me ajudou a traçar. Ha dias penso sobre como escrever a vocês, como colocar em palavras tanto sentimento misturado. Não, eu nao poderia vir aqui apenas digitar meras palavras. Jamais. Voces ja sao parte de mim. Obrigada por existirem e por me apoiarem.
Gente! Estou trabalhando! Cuidando do sitio do meu pai e atendendo meu bairro com vendas de bolos e doces. Alem de tudo, estou cuidando de meus filhos! Isso nao é motivo de alegria?
Claro que acordo mais cedo e durmo mais tarde. Mas depois terei uma eternidade para descançar. Não é?
Textos menores, vida maluca, tempo curto.
Um xêro. Kézia!
Carol, Guto, meninas... Saudades. Ainda sem celular e usando o tablet. kkk
Todas as
frutas possuem um valor nutritivo importante para a saúde, cada uma com sua
característica benéfica. Em relação às frutas vermelhas, também não ficam atrás
em benefícios. Ao imaginar frutas vermelhas, logo nos vêm a cabeça o morango,
framboesa, amora...
Um excelente
benefício destas frutas está em seus poderosos antioxidantes, que auxiliam na
prevenção de doenças, além de nos proporcionar deliciosas receitas.
As frutas vermelhas têm um baixo teor de proteína e lipídeos, enquanto
os níveis de carboidratos são bons, dando as frutas um sabor mais doce. Os
teores de cálcio e fósforo são altos, tornando essas frutas uma ótima opção
para o fortalecimento dos ossos.
Dentre as vitaminas, destaca-se a Vitamina C, principalmente no morango,
que tem 70mg do nutriente a cada 100g, tornando essa uma alternativa àqueles
que não gostam das frutas tipicamente relacionadas à vitamina C, como
acerola.
"Estas frutas também se caracterizam pela baixa quantidade de calorias,
elevado teor de água e bom teor de fibras".
É importante destacar seu baixo teor de ferro, logo, as frutas vermelhas não
são as melhores fontes para o tratamento da anemia e outras doenças envolvendo
deficiência desse nutriente.
"A atividade antioxidante proporcionada por essas frutas também nos
protege contra os efeitos do envelhecimento, que estão associados aos radicais
livres", o envelhecimento também leva à fragilidade dos capilares
sanguíneos, que estão associados à má circulação do sangue e às condições
inflamatórias, como artrites.
"As antocianinas, principal flavonóide dessas frutas, protegem os
capilares dos danos causados pelos radicais livres e estimulam a formação do
tecido saudável, possibilitando a formação de novos capilares sanguíneos".
Além dos flavonoides, a amora e a framboesa possuem uma substância
chamada ácido elágico que, tem ação antimutagênica, inibindo o aparecimento de
tumores câncerígenos, experiências têm mostrado que as antocianinas também
induzem as células cancerígenas ao processo de autodestruição.
Dentre as fibras presentes nas frutas vermelhas podemos destacar as pectinas.
"Essa substância tem o poder de regular o peristaltismo intestinal,
auxiliando os músculos digestivos a trabalharem melhor e maximizando a absorção
de vitaminas hidrossolúveis pelo nosso organismo", explica a
nutricionista. Entre essas vitaminas estão as C, B1, B2, B6 e B12.
Um estudo realizado pelo Salk Institute for Biological Studies,
na Califórnia, constatou que a fisetina, flavonoide presente nessas frutinhas,
em especial no morango, estimula área do cérebro responsável pela memória de
longo prazo e o protege de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer e a
esclerose múltipla. Segundo os pesquisadores, a fisetina induz a maturação
das células neurais, evitando que elas morram e auxiliando a fixação de novas
conexões entre elas. Com isso, a atividade cerebral não é afetada pela
morte natural de células nervosas e a memória é estimulada com maior
eficiência.
Uma outra pesquisa publicada no American Journal of Clinical
Nutrition comprovou que a antocianina presente nessa turma é capaz de
oferecer proteção contra hipertensão. A equipe de cientistas estudou 134
mil mulheres e 47 mil homens durante um período de 14 anos. Nenhum dos
participantes tinha hipertensão no início do estudo.
Quando os pesquisadores analisaram a relação entre o indivíduo, sua fonte de
flavonoides e a incidência de hipertensão, eles descobriram que aqueles que
comeram pelo menos uma porção das frutas por semana reduziram o risco de
desenvolver a doença em 10%.
Quanto à ingestão da fruta in natura, não há contra indicações a não ser
nos casos de intolerância ou alergia. Inclusive, para que o efeito dos
flavonoides seja plenamente efetivo, as frutas vermelhas devem ser ingeridas
diariamente.
Então, se não há contra indicação, utilize as frutas vermelhas e prove
dos seus benefícios.
O que dizer
delas se não for absolutamente para as elogiar ?
O que dizer
destes "seres divinos" que abdicam da própria vida em prol (a favor)
de suas 'crias'?
Como não falar
do coração e do Amor que são capazes de sentir?
Pois bem, mães, filhas, irmãs, primas, sobrinhas... mulheres. Instrumentos
vivos e ativos da criação humana. Portadoras, dentro de si, do órgão mais
importante para o desenvolvimento e crescimento de Populações. Seu útero -
acreditavam algumas civilizações milenares e suas crenças, como o Egito Antigo,
Grécia e China há 5 mil anos ser o órgão da materialização do "Divino com
o Humano"; Órgão responsável pela união do Espírito / Fluido Vital / Alma
/ Rhamna ... ao corpo; órgão que a Ciência nunca conseguiu replicar, copiar ou
inventar com as mesmas propriedades e capacidades de um outro biológico, pois
além de toda a complexidade da 'Existência Humana', ainda falta o que é chamado
de "Sopro Divino" - ou Origem da Vida - algo que não explica-se, mas
que faz aquele 'montinho de células' ganhar vida e desenvolver-se em um feto
(bebê).
Não somente, como que por um presente, é dado a esta Mulher a
oportunidade mister singular de
carregar em seu ventre o futuro de uma geração. Perdoem-me se não gostarem da
metáfora, mas enxergo as gestações como sendo: Um presente que você dará a si
mesma; portanto, você compra uma caixa bem grande, no qual cada semana vai
adicionando "coisas boas" a esta caixa... e você vai
"literalmente vendo" a caixa crescer durante o tempo de 9 meses...
onde só aí você poderá abrir seu presente e aproveitar. Não é simplesmente
"Abrir o presente" e deixar ele de lado; trata-se do seu futuro, tudo
o que desejou de bom está ali, tudo o que "Você é" está no "Seu
Filho". Sua vida agora passará a pertencer ao outro. E isto, minha cara
mãe, é o que te torna o Ágape.
Nós, Humanos, somos a única Espécie que para emanciparmos de nossas
mães em um longo processo de amadurecimento, levamos quase 2 décadas. Também
somos a única espécie que após o período de amamentação (em geral do 2º ao 5º
ano de vida) continuamos ingerindo leite (mais comum o bovino); e também, somos
uma das poucas espécies de animais tão bem adaptados à sobrevivência em
qualquer ambiente terrestre. Mas, em contrapartida, matamos uns aos outros
humanos sem real motivo ou aparente.
Queridas mamães, com este post inicio uma série de outras postagens
sobre Deficiências, Patologias, Mal-formações em Pediatria e na Saúde da
Mulher. O primeiro tema abordado foi o Pé Torto Congênito. Para tanto, gostaria
que respondessem ou comentassem abaixo a opinião de vocês sobre os próximos
temas que querem ver explicados em termos de Reabilitação, Readaptação e
Terapêutica atuais utilizadas. Coloco-me à disposição para eventuais contatos.
Obrigado!
João Geraldo Carvalho de P. Martins
Fisioterapeuta
Mestrando em Fisioterapia - Musculoskeletal Physiotherapy, Polytechnic Institute of Setúbal - I.P.S.
Com
muito carinho que escrevo hoje a pedido da querida Carol a respeito da
importância de fazer as refeições em seus devidos horários. É muito mais comum
se falar em “o quê” comer, porém como e quando tem uma importância significativa
no resultado da Nutrição adequada.
Tudo
bem que o organismo não consegue diferenciar qual hora o relógio aponta, mas é
certo que ele trabalha em ritmos diferentes durante o dia e por isso existe a
relação do que se come em cada horário. De acordo com um estudo publicado na
revistaCell
Metabolism, o corpo regula sua atividade graças a um relógio
interno que controla os processos de vigília e sono. Quando se alteram os
ritmos de descanso, alteram-se também as reações que nosso corpo utiliza para
retirar energia dos alimentos. Alguns estudos identificaram que uma alteração
no ritmo do sono está diretamente relacionada a doenças como a diabetes.
Estudos
também sugerem o consumo reduzido de carboidratos durante a noite devido a uma
baixa metabólica o que levaria um pico glicêmico noturno. Outro detalhe é que
no café da manhã e almoço é indicado o consumo mais variado de alimentos,
enquanto a noite é interessante diminuir essa quantidade já que o próprio
organismo está entrando num horário de repouso dificultando o processo de
digestão e gasto energético.
Um
detalhe importante é o intervalo entre as refeições, muita gente pode se
perguntar por que é tão recomendado intervalar as refeições em 3 horas. A
resposta se dá exatamente na necessidade que o organismo apresenta em finalizar
o processo digestivo da última refeição e iniciar uma nova necessidade,
obviamente se o consumo anterior for em quantidade excessiva de alimentos ou de
alimentos que tenham um processo digestivo lento, a tendência é que haja o
acúmulo do que não foi utilizado em energia como forma de gordura corporal.
Em
relação aos pequenos, o estabelecimento de horários corretos para as refeições,
além de proporcionar os benefícios acima, melhora o condicionamento do apetite
da criança, bem como tem a importância de habituá-lo aos horários da família. No entanto, sugere-se que a mãe ou cuidadora
não estabeleça horários muito rigorosos, para não associar esse momento a um
momento de castigo, além disso, as necessidades infantis são diferentes das do
adulto.
Ao mesmo tempo, a mãe não deve desprezar totalmente
o horário, pois se isso acontecer a criança comerá alimentos com pouco valor nutricional
nos intervalos entre as refeições. O contrário de uma criança com horários
rígidos para comer é aquela que se alimenta a hora que bem entende, o que
também é muito prejudicial, pois desta forma a criança vai “pular refeições” e
estará sempre mal alimentada e é isso que faz com que a criança (e também os
adultos) sinta necessidade de “beliscar” fora de hora – geralmente salgadinhos,
guloseimas, balas – o que, além de não nutrir, pode contribuir para o ganho de
peso. Quanto à alimentação, a rotina sempre deve existir em qualquer faixa
etária e a criança, principalmente, precisa dela, mas deve ser flexível e não
rígida. Também é importante a família se manter calma e com atitude flexível
para propiciar uma refeição agradável. Nesse caso, utilizemos o bom senso!
Hoje o título da minha mensagem
parece estranho, mas será fácil entender! Ao analisar o papel de uma mãe, a
partir do momento da concepção, fico a compará-la com um soldado que entra numa
guerra com eternas batalhas.
Sim, é estranho, mas uma mulher a
partir do momento que passa a carregar uma vida no ventre enfrenta batalhas que
só ela sabe: enjôos, mudanças corporais, dificuldades em se locomover ou
dormir. A diferença se dá pois nem sempre o soldado vence a guerra, do
contrário de uma mãe, ainda que perca seu filho, essa lutou até o último minuto
e carrega no peito sua dor. Após o período da gravidez, iniciam-se novas
batalhas, algumas têm dificuldades em amamentar, suas mamas as vezes sofrem
lesões, mas estão ali, firmes e fortes no objetivo de alimentar o seu filho.
Sem falar que a partir desse momento se sentem ricas carregando seu tesouro no
colo. Por mais que alguém que não seja mãe tente, é difícil mensurar o total
valor que ela representa.
E quando falamos em mães que se
encontram em situações mais delicadas ainda? Mães que viraram mães ainda
adolescentes, as vítimas de violência, portadoras de doenças entre diversas
situações... É difícil e se torna praticamente impossível imaginar como essas
leoas vencem as batalhas diárias, mas algo se sabe, elas conseguem vencer.
É preciso que cada um de nós fique
atentos ao nosso redor, situações como as descritas acontecem frequentemente. A
mulher vítima de uma violência precisa buscar ajuda, denunciar, falar com
pessoas de sua confiança, bem como a população que presenciar cenas de
violência com as mulheres precisam se conscientizar e denunciar também.
Salvemos nossas guerreiras, essa é uma luta de todos!
O Pé Torto Congênito (PTC) é uma deformidade complexa que envolve
ossos, músculos, tendões e vasos sangüíneos. O pé é geralmente pequeno e assume
a posição em eqüino-varo-supinado (calcanhar elevado, pé voltado para dentro e
rodado para cima) (Figura 1).
Figura 1: Pé torto congênito bilateral
Incidência
A deformidade ocorre em cerca de 1 para 1000 nascidos vivos e é
bilateral em 50 por cento das crianças. Os meninos são duas vezes mais
acometidos do que as meninas.
Causa
A causa do PTC ainda não é bem conhecida. Algumas teorias procuram
explicar o mecanismo pelo qual se desenvolve a deformidade. De acordo com a
teoria esquelética, o defeito primário estaria na deformidade de alguns ossos
do pé. A teoria muscular fundamenta-se em achados de estudos ao microscópio
eletrônico, que demonstram alterações de fibras musculares no PTC. Conforme a
teoria neurológica as alterações primárias estariam nos nervos periféricos. A
teoria vascular baseia-se no fato de que anomalias arteriais em fetos e
embriões podem determinar deformidades congênitas. Existe ainda a teoria da
‘parada do desenvolvimento embrionário’ que defende a idéia de que o pé
permaneceria em seu estado embrionário desde a 5a. semana de gestação.
Estudos realizados em famílias de pacientes com PTC comprovam a
importância da genética no aparecimento da deformidade, mas o exato mecanismo
de herança ainda não foi determinado, talvez por existirem diferentes padrões
de herança e causas. De qualquer forma a herança que mais tem sido considerada
é a multifatorial, na qual há vários fatores envolvidos no desenvolvimento de
uma deformidade congênita. Estes fatores são genéticos e ambientais. Partindo
da suposição de um padrão de herança multifatorial e de estudos epidemiológicos,
a recorrência da deformidade em um casal que tem um filho com PTC é, em média,
de 4 por cento.
Diagnóstico
O diagnóstico do PTC é feito no recém-nascido através do exame
físico, que tem como um dos objetivos afastar outras condições que também se
apresentam com pé torto ao nascimento. Como algumas crianças têm luxação dos
quadris associada, os quadris devem ser sempre avaliados. O exame neurológico
deve ser realizado em todas as crianças, objetivando afastar a possibilidade de
pé torto neurogênico (secundário a desequilíbrio muscular de causa
neurológica), que é tratado de maneira diferente do PTC. Pés muito rígidos nas
fases iniciais vão, provavelmente, necessitar tratamento cirúrgico, e uma
diferença importante entre o pé normal e o envolvido sugere deformidade mais
grave.
Diagnóstico Pré-Natal
A ultrassonografia é sensível para diagnóstico pré-natal de pé
torto a partir da 20a. à 24a. semana de gestação.
Exames Complementares
1) Estudo radiográfico de coluna e quadris, se o exame físico demonstrar
alguma anormalidade.
2) O exame radiográfico dos pés, nas incidências ântero-posterior e lateral com
carga é útil nas crianças maiores, pois complementa o exame físico.
Tratamento
O tratamento deve ser iniciado logo após o nascimento com
manipulação seriada e gesso (a cada semana, o pé da criança é suavemente
estendido pelo ortopedista e a deformidade vai sendo corrigida gradativamente).
Após cada manipulação é feita imobilização com gesso. A resposta a este tipo de
procedimento é boa em muitas crianças.
Quando não se consegue uma boa posição do pé com manipulação
seriada e gesso, o tratamento cirúrgico deve ser considerado. A idade ideal da
cirurgia do PTC permanece controversa. Há ortopedistas que recomendam a
realização do procedimento nas primeiras semanas de vida, mas não há, na
literatura, registros que realmente comprovem que crianças operadas
precocemente apresentam melhores resultados. Além disso, quanto mais nova a
criança, mais difícil a cirurgia e maior a possibilidade de hiper-correção ou correção
insuficiente. A maioria dos cirurgiões concordam que a melhor idade para
tratamento cirúrgico é entre três meses e um ano de idade. A cirurgia consiste
de alongamento de tendão e liberação de ligamentos e da cápsula articular
retraída, sabendo que as partes moles no pé torto são mais resistentes do que a
parte osteocartilaginosa. No pós-operatório, o pé é imobilizado com gesso por
três meses. A alta do hospital é precoce, mas a criança deve continuar sendo
observada em casa. No
caso de febre, aumento da dor, aumento do edema acima e abaixo do gesso,
drenagem de secreções ou dedos dos pés frios, a criança deve ser reavaliada
pelo ortopedista. A possibilidade de infecção ou compressão pelo gesso será
investigada. O resultado da cirurgia é, geralmente, satisfatório, mas existe
possibilidade de recorrência com o crescimento.
Recorrência
Havendo recorrência da deformidade, uma nova intervenção cirúrgica
pode ser indicada.
João Geraldo Carvalho de P. Martins
Fisioterapeuta
Mestrando em Fisioterapia - Musculoskeletal Physiotherapy, Polytechnic Institute of Setúbal - I.P.S.